quinta-feira, 19 de junho de 2014

O INDIVIDUO FRENTE A ÉTICA NACIONAL

Quando  nos deparamos com o tema ´politica` nosso primeiro pensamento é políticos? ah! são todos corruptos! Mas sera que realmente todos são corruptos?. 
Apontar possíveis erros em relação a forma de governar uma cidade, estado ou um país é muito fácil, difícil mesmo é achar uma resposta do ´porque`isso acontece. Vivemos em uma democracia e, em toda democracia, é o povo que detêm o poder, certo? Errado.
Para uma pessoa poder governar , primeiro ela é submetida a uma eleição popular, em que se espera que o povo tenha plena consciência de quem esta elegendo. Porém na pratica não e isso que acontece. Em véspera de eleição vemos muitas pessoas sendo compradas por uma cesta básica, um botijão de gás ou ate mesmo por uma ajuda financeira, e depois vemos essas mesmas pessoas dizer: Políticos? Ah! são todos corruptos, mas esquecemos que se estão no poder foi por que nós os ponhamos lá. 
Se paracimos por um minuto para pensar e analisar nossos candidatos, ou se deixássemos de assistir pelo menos um capítulo da novela para procurar nos informar sobre determinado candidato, com certeza não seria o fim da corrupção, mas poderíamos amenizar e muito essa ´problema`.       

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Liberdade de Expressão


A liberdade de expressão, sobretudo sobre politicas e questões públicas é o suporte vital de qualquer democracia. Os governos democráticos não controlam o conteúdo da maior parte dos discurso escritos ou verbais. Assim, geralmente as democracias têm muitas vozes exprimindo ideias e opiniões diferentes e até contrárias.
Segundo os teóricos da democracia, um debate livre e aberto leva geralmente à consideração da melhor opção e tem mais probabilidades de evitar erros graves. A democracia depende de uma sociedade civil educada e bem informada cujo acesso à informação lhe permite participar tão plenamente quanto possível na vida pública da sua sociedade e criticar funcionários do governo ou políticas insensatas e tirânicas. Os cidadãos e seus representantes eleitos reconhecem que a democracia depende de acesso mais amplo possível a ideias, dados e opiniões não sujeitas a censura.
Para um povo livre governar a si mesmo, deve ser livre para se exprimir-aberta, pública e repetidamente de forma oral e escrita. O principio da liberdade de expressão deve ser protegido pela constituição de uma democracia, impedindo os ramos legislativo e executivo do governo de impor a censura.
A proteção da liberdade de expressão é um direito chamado negativo, exigindo simplesmente que o governo se abstenha de limitar a expressão  contrariamente à ação direta necessária para os chamados direitos afirmativos. Na sua maioria, as autoridades em uma democracia não se envolvem no conteúdo do discurso escrito ou falando na sociedade. 
Os protestos servem para testar qualquer democracia- assim o direito a reunião pacifica é essencial e desempenha um papel fundamental na facilitação do uso da liberdade de expressão. Uma sociedade civil permite o debate vigoroso entre os que estão em profundo desacordo.
A liberdade de expressão é um direito fundamental, mas não é absoluto e não pode ser usado para justificar a violência  a difamação,a calunia, a subversão ou a obscenidade. As democracias consolidadas geralmente requerem um alto grau de ameaça para justificar a proibição da liberdade de expressão que possa incitar à violência, a caluniar a reputação de outros, a derrubar um governo constitucional ou a promover um comportamento licencioso. A maioria das democracias também proíbe a expressão que incita ao ódio racial ou étnico. 
O desafio para uma democracia é o equilíbrio: defender a liberdade de expressão e de reunião e ao mesmo tempo impedir o discurso que incita à violência  à intimidação ou à subversão.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

New York City

Nova York(New York) é uma cidade fascinante! O que mais me chama atenção na cidade é sua arquitetura.Tanto das casas mais simples,quanto dos prédios empresariais. 


A cidade de Nova York está localizada na costa leste atlântica dos Estados Unidos, na foz do Rio Hudson. A cidade compõe-se de cinco distritos separados por cursos d’água: Brooklyn e Queens, que ocupam a parte oeste da ilha de Long Island; as ilhas de Manhattan e de Staten Island; e o Bronx, ao norte, ligado ao continente. Vários distritos adjacentes, no próprio Estado de Nova York e no Estado de Nova Jersey, fazem parte da zona metropolitana.
A ilha de Manhattan, delimitada a oeste pelo Rio Hudson e a leste pelo Rio East, é a área mais turística e o centro financeiro e comercial da cidade. O plano urbano de Manhattan consiste basicamente de avenidas, que correm na direção norte-sul ou sul-norte, e ruas, que correm na direção leste-oeste ou oeste-leste. Tanto as ruas como as avenidas costumam ser numeradas (ex., Rua 46, Sexta Avenida) e as referências aos endereços nesta parte da cidade costumam incluir o cruzamento mais próximo (ex., número 1185 da Sexta Avenida, entre as Ruas 46 e 47 Oeste). A "Broadway" é uma via pública que corta a ilha diagonalmente na direção de norte a sul.
Abaixo algumas fotos da cidade:






Simplesmente Y LOVE NEW YORK!!!

sábado, 30 de junho de 2012

O desafio de ser Professor


Ser professor é um desafio diário. Nos dias atuais, em que pais e mães trabalham fora, muitas vezes o tempo todo e mal vêem suas crianças, o professor faz o papel de pai/mãe, conselheiro/a, psicólogo/a, amigo/a, etc. Mas estará preparado para isto ? Não seria esta uma tarefa sobrehumana ? Onde obter treinamento para desempenhar tal tarefa a contento ? Os cursos de graduação treinam profissionais do ensino em suas diversas áreas do conhecimento, mas na prática, o trabalho do professor vai além do que ele foi treinado para ser ou fazer. Daí a necessidade de gostar da profissão, de total dedicação e do entendimento e conscientização de seu papel. Às muitas dificuldades que enfrentamos, une-se a confusão, já que as opiniões sobre disciplina variam muito, além, é claro, da opinião de cada um. A disciplina começa como atenção. Temos que entender seu objetivo. As palavras « disciplina » e « castigo » são freqüentemente trocadas uma pela outra, mas elas não são palavras sinônimas. Disciplinar é ensinar. Curiosamente, tem como base semântica a palavra « discípulo », alguém que gosta e respeita tanto o outro que modela a si mesmo como essa pessoa. Portanto, temos que assumir responsabilidade por nossos discípulos : para eles, somos o modelo.  Nosso comportamento regular de todo dia, que molda o sistema de valores de nossos filhos, aplica-se também a nossos alunos, de quem esperamos um comportamento socialmente aceitável.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Sempre gostei das tirinhas da Mafalda


Mafalda tem um espírito crítico e uma sagacidade típica das crianças de raciocínio rápido, odeia a injustiça, a guerra, as armas nucleares, o racismo, as absurdas convenções dos adultos e, obviamente, a sopa, como mostram algumas de suas tiras. Seus amores também ilustram o espírito da época: os direitos humanos, a democracia e os Beatles. Ela é uma menina que recoloca questões crucias, numa linguagem radical, de tão simples e aparentemente ingênua; é uma criança que se espanta diante do mundo, não aceita as “normalidades e obviedades” da realidade cotidiana.As tiras de Quino revelam a intenção de abordar a problemática social, sugerindo críticas e levando a julgamentos; trabalhando com a ironia. Mafalda não é uma heroína. É uma anti-heroína. Não aparece para salvar as pessoas, aparece para criticar comportamentos e situações e pôr a sociedade em questionamento.

terça-feira, 26 de junho de 2012

A desigualdade educacional


Em varias áreas,a desigualdade ainda é uma das características mais marcantes do nosso país, um eco da nossa historia que torna comum a ideia de que é natural que existam diferenças de oportunidades entre os grupos sociais.
A desigualdade educacional talvez seja a mais cruel de todas. Tão importante quanto melhor a qualidade da educação básica, garantindo a aprendizagem de que os alunos precisam para a vida, é combater as desigualdades educacionais.
Diversos indicadores educacionais apontam para resultados extremamente desiguais. E um resultado puxa o outro.
As crianças que vivem em famílias mais pobres frequentam menos a educação infantil. A taxa de conclusão do ensino médio é menor entre os jovens cuja mães tem baixa escolaridade. As escolas que apresentam resultados de desempenho mais baixos estão concentradas nas regiões mais pobres.
Em um país tão desigual, as medidas dizem pouco. Elas são insuficientes para a avaliação dos cenários reias. Escondem, por exemplo, os que estão muito lá atrás ou os que estão muito a frente.
Quando o foco era universalizar as matriculas, as políticas eram mais homogêneas, pois construir uma escola, por exemplo, para uma criança com mais dificuldade em matemática é igual a construí-la para outra que esteja defasada em leitura e escrita.
Atualmente, o maior desafio é a qualidade do ensino, o que torna a política educacional mais complexa, pois ganhos de qualidade com maior equidade dependem de reconhecermos as diferentes necessidades de cada rede, escola e aluno.
Portanto, precisamos ter diagnósticos claros e mais desagregados, estratégias diversificadas e mais precisas e implementação competente e mais eficaz.
Não existe qualidade sem equidade. Os países que estão no topo do ranking mundial da educação apresentam uma media alta de desempenho e baixa desigualdade entra os alunos e redes.
Um exemplo é o Canadá, pais entre os cinco primeiros colocados no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes),que, apesar de abrigar um fluxo imigratório intenso de famílias de varias partes do mundo, tem uma das menores desigualdades educacionais.
Este é o momento de termos políticas publicas especificas para problemas específicos, adequados a cada caso, que garantam uma atuação mais estratégica para lidar com um objeto muito mais sofisticado: a aprendizagem de todos e o combate à desigualdade.
Em uma sala de aula, nenhum aluno pode ficar para trás, esteja ele na região sul ou na região norte do país, seja ele de família de baixa renda ou alta renda. Os pontos de chegada dos alunos serão certamente diferentes, mas não se pode aceitar  que alguns alunos estejam tão defasados a ponto de acumular lacunas que impossibilitem seu sucesso ao longo de toda sua trajetória escolar,com aprovação e aprendizagem.
Hoje, o Brasil passa por um momento importante de crescimento. Mas crescer economicamente sem aumento da qualidade e da equidade na educação é um equivoco.
É hora de que os frutos desse crescimento sejam usados para melhorar a vida de todos. Acima de outras prioridades estruturais, como os nós logísticos de infraestrutura e da questão tributaria, se o Brasil quiser ser um país desenvolvido, sustentável, fortemente competitivo e socialmente justo, terá que colocar a questão da qualidade da educação no topo de suas prioridades.
Vale sempre lembrar que o direito à educação de qualidade é universal e igual para todos. O Brasil só será um grande país quando for realmente de todos.





FONTE: Folha de São Paulo